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Edição de 02-09-2010

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2,5 milhões de euros para a recuperação do Centro Histórico
.fotoTrancoso entre as “Aldeias Históricas”
A vila de Trancoso alcançou o objectivo que perseguia há alguns anos. Foi incluída no Programa das “Aldeias Históricas”. Uma classificação que não só lhe vale uma promoção turística nacional e internacional, mas também a atribuição de meios financeiros para a recuperação do centro histórico. Está prevista a atribuição de 2,5 milhões de euros. Trancoso recebe este estatuto numa altura em que o investimento privado começa a despertar para a mais valia que é o património-histórico.

Hospital perde duas médicas
.Pediatras dizem adeus à Guarda
Não durou muito a estadia de duas das novas pediatras no Hospital da Guarda. As especialistas deixaram recentemente a Guarda e rumaram a Vila Real e Lamego. Receia-se que outra médica possa vir a seguir o exemplo das colegas.

Aérodromo de Alto de Leomil
.Autarcas avançam com ante-projecto
Os autarcas apoiantes da construção de um aérodromo no Alto de Leomil, no concelho de Almeida, ficaram satisfeitos pela forma como o ministro das Cidades e do Ambiente acolheu a ideia. O próximo passo é a elaboração do ante-projecto e uma audiência com o ministro dos Transportes e Obras Públicas.

Celorico da Beira
.Avião levantou Voo
O velho avião que durante anos adornou um dos jardins de Celorico da Beira, com a intenção de lembrar que aquela vila foi berço de um célebre aviador, desapareceu da vista dos celoricenses. Ao que tudo indica, terá “voado” para Canas de Senhorim, depois de ter sido votado ao abandono na terra de Sacadura.

Almeida
.Marcha pela criança
Cerca de 300 pessoas caminharam, no passado Domingo, de braço dado com a Asta, entre Almeida e Vilar Formoso. O objectivo era chamar a atenção para as crianças e jovens mas, sobretudo, para «aquelas pessoas que, apesar de cronologicamente já não serem crianças, mantêm aquele espírito infantil que as faz ser crianças a vida toda».

Desportiva da Guarda
.Sócios reúnem em Assembleia Geral
A Desportiva da Guarda parece não conseguir quebrar o enguiço que a acompanha há quase uma década. O prenúncio de uma crise profunda deu-se em 97, altura em que Joaquim Pinheiro pedia a demissão do cargo de presidente, justificando não ser possível continuar perante a sistemática falta de ajuda. Os responsáveis que se lhe seguiram, e não foram poucos, parecem ter herdado o mesmo tipo de problemas, acabando por abandonar o clube. O futuro da colectividade tem vindo sucessivamente a ser discutido, mas as hipóteses apontadas para a saída da crise parecem condenadas ao insucesso. A situação da Desportiva vai, hoje e pela enésima vez, ser discutida em Assembleia Geral.

Moto-clube recusa associação com concentração motard
.Três mortes em Pinhel


.Administração “trava” Conselho Geral do Hospital

.Doentes de Fornos não têm Pneumonia Atípica

.CDU embargou leilão de 20 mil pinheiros

.Câmara da Guarda quer saber dos critérios do Governo

.Vaca jarmelista alvo de «estudo sério»

.Seia reclama obras em PIDDAC





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